21 de jan de 2018

Hungria, dia 623 – A parada do orgulho LGBT de Budapeste

A Hungria é conhecida como um país conservador na Europa Central, apesar de não tão religioso como a Polônia, por exemplo. Por essa razão, a comunidade LGBT passa por alguns bocados para viver a vida normal que todo ser humano deveria levar independente de qualquer coisa. É contraditório pensar que em um país que as pessoas são mais individuais e focadas na própria vida, incomode tanto o fato da pessoa escolher com quem ela quer ficar.
Mas se tem uma coisa que dá orgulho na Hungria é justamente a resistência. Em 1997, quando o mundo inteiro era bem mais fechado do que é hoje, aconteceu a primeira marcha do orgulho gay em Budapeste, com poucas pessoas. Vinte anos depois, eu tive a oportunidade de participar dessa mesma marcha. 

17 de jan de 2018

Hungria, dia 450 – O maior boneco de neve do mundo (das formigas anãs)

A gente se conheceu logo quando eu cheguei na Hungria, lá pelo dia 30, ou menos que isso. Demorou um tempão para a amizade surgir, mais pela falta de oportunidade, mas o universo traz sempre o melhor. Não é de surpreender saber que foi na fila para pegar café grátis na cafeteria nova da empresa que a gente se reencontrou. Falou grátis, a gente está lá! Descobri que ele já trabalhava ali havia quase 2 anos e eu estava no meu segundo mês. A amizade de cafezinho acabou crescendo e quase todos os dias a gente ia almoçar junto e todas as festas e cuidar um do outro passou a ser parte da rotina.

O problema – ou a parte boa – é que a partir daí a gente começou também a comprar as ideias absurdas que surgiam na nossa cabeça criativa. 

13 de jan de 2018

Hungria, dia 813 – Kazinczy Living Library

Cheguei em Budapeste ontem, depois de 4 semanas inteiras no Brasil, com uma vontade imensa de viver o que realmente é a cidade.
Algumas semanas atrás eu havia visto um evento chamado Kazinczy Living Library. Kazinczy é o nome de uma rua muito conhecida no distrito 7, no bairro judeu e é onde fica o bar mais famoso da cidade, Szimpla Kert. Eu gosto desse bar porque ele está extremamente ligado à comunidade e por isso acontecem muitos eventos como o que eu fui hoje. 
Living Library é um conceito de biblioteca humana onde quem conta as histórias não são livros, mas pessoas. Kazinczy Living Library faz diversos eventos em que o objetivo é promover respeito, dialogo e desafiar os estereótipos e discriminação entre diferentes grupos sociais.

Diário de uma brasileira vivendo na Hungria

Hoje é o meu dia 813 desde que eu me mudei do Panamá para Hungria. Por muito tempo deixei de atualizar o blog por diversos motivos, mas tem alguns meses que eu sinto essa vontade de voltar a escrever. Estava meio sem inspiração, mas recentemente tive a ideia de fazer um diário do meu tempo aqui na Hungria.
Parece até estranho começar um diário no dia 813, mas o que eu vou compartilhar aqui não necessariamente precisa estar em ordem cronológica. Decidi escrever esses relatos diários e algumas memórias desses mais de dois anos vivendo na terra dos magiares para ter coisas legais para ler no futuro e também para quem se interessa por alguns assuntos que eu também curto.

24 de set de 2015

Panamá: Amador Causeway

[English version below]


Amador Causeway é um conjunto de 4 pequenas ilhas ligadas por uma estrada e que fica próxima a Cidade do Panamá. As ilhas se chamam Naos, Perico, Culebra e Flamenco.

22 de set de 2015

México: Um pouco de comida

Tamale
Publicação feita em parceria com a minha amiga Kami Tiba

Nessa listinha aqui da Forbes, a Ciudad de México aparece como umas das 10 Top Cities pra comida de rua no mundo. A gente sempre acaba se deparando com restaurantes mexicanos mundo afora e nomes como tacos, nachos, guacamole, burritos se tornam familiares. Em 2010, a gastronomia mexicana foi declarada Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco. Dá pra saber um pouco mais aqui.

21 de set de 2015

Panamá: Parque Omar

[English version below]

Para um domingo ensolarado no Panamá, vale um passeio pelo Parque Omar. Esse parque fica localizado em San Francisco, em uma avenida de nome muito engraçado para os brasileiros: Via Porras. É possível chegar de taxi e de transporte público. O transporte público sai de diversos pontos da cidade e custa somente 0,25 centavos. O ponto de ônibus tem o mesmo nome que o parque.