21 de mai de 2017

Oi Pessoal,
Como vocês podem notar tem mais de ano que deixei de publicar minhas aventuras pelo mundo aqui no blog. Ainda assim, tenho um carinho muito grande por essa página, porque me acompanhou desde antes da primeira viagem. Por essa razão resolvi voltar às atividades e contar um pouquinho do que aconteceu nesses últimos um ano e oito meses.
Em outubro de 2015 eu me mudei do Panamá para Budapeste pela AIESEC. Eu havia visitado a cidade em 2012 e gostado muito, mas foram apenas alguns dias. Quando comecei a realmente morar em Budapeste e descobrir um infinito de oportunidades, adivinhem? Não quis me mudar mais! Portanto estou aqui até hoje. E por isso trarei muita informação e coisa boa que rola aqui na Hungria.
Estar no meio da Europa também me deu muita oportunidade para continuar viajando, então A Mala e o Mundo estará recheada de dicas, informações, histórias e fotos lindas de todos os lugares visitados nos últimos meses. Também quero dividir com vocês informações preciosas sobre intercâmbios e como trabalhar no exterior, assim como os perrengues que podem ocorrer e a realidade de uma pessoa que já vive fora do Brasil há alguns anos.
Se preparem então para encontrar dicas únicas de Budapeste e muito mais nas próximas semanas. Mal posso esperar para compartilhar com vocês um monte de coisa boa! Até logo!

Dear English speakers friends,

Unfortunately, I took the decision that the blog will no longer be translated to English. Feel free to contact me if you have any doubt and thank you for the audience of the last years!
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Publicado em domingo, maio 21, 2017 por Tai Caldas

24 de set de 2015

[English version below]


Amador Causeway é um conjunto de 4 pequenas ilhas ligadas por uma estrada e que fica próxima a Cidade do Panamá. As ilhas se chamam Naos, Perico, Culebra e Flamenco.

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Publicado em quinta-feira, setembro 24, 2015 por Tai Caldas

22 de set de 2015

Publicação feita em parceria com a colaboradora Kami Tiba. Saiba mais sobre os colaboradores e como colaborar AQUI.


Nessa listinha aqui da Forbes, a Ciudad de México aparece como umas das 10 Top Cities pra comida de rua no mundo. A gente sempre acaba se deparando com restaurantes mexicanos mundo afora e nomes como tacos, nachos, guacamole, burritos se tornam familiares. Em 2010, a gastronomia mexicana foi declarada Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco. Dá pra saber um pouco mais aqui.

Quando cheguei ao México, minha felicidade foi ir a um restaurante pro café-da-manha, olhar o menu e entender só 20% do que estava ali. E foi uma sensação muito feliz, estar como uma criança, perguntando ao meu amigo mexicano o que era cada um dos itens e querendo provar tudo! Em 10 dias de México, numa viagem de carro passando por DF, Dolores, San Miguel Allende, Guanajuato, Pénjamo, Querétaro, Puebla e Oaxaca, pude provar algumas coisas dessa gastronomia maravilhosa que eles têm (e, sim, a comida de rua é maravilhosa!) e decidi compartilhar um pouco disso com vocês aqui no blog. Vale lembrar que as comidas lá variam muito (não vou nem comentar nada dos tacos, só que são uma invenção dos deuses!), então vou descrevê-las de acordo com as que provei!
Tamale
O tamale é uma massa de milho, envolta em folha de bananeira. Provei de dois tipos: salsa verde, que foi meu favorito e que é picante, e de mole, que – confesso – não sei exatamente como explicar o sabor que tem (mas que para mim me foi neutro, nem amado nem odiado...). Aliás, graças ao meu primeiro tamale é que me viciei em salsa verde!
Guacamaya
A guacamaya, de tudo o que provei no México, foi a única coisa que me venceu no apimentado. Meu consolo foi que meu amigo mexicano também sofreu com ela, então... Consistia de um pão com torresmo (chicharrón), abacate, um ovo cozido e a salsa picante. Também acompanhava limão e ele ajudava com o ardido.
Tlayuda
A tlayuda que provei em uma feirinha de rua em Oaxaca era uma tortilla de milho frita com feijão, bastante queijo, carne, abacate... O queijo da região tem um sabor bem característico, ainda mais pra uma pessoa que estava com saudades de comer queijo!

Molote
Em Oaxaca também provei o molote, um bolinho frito de batata. Acompanhava feijão ou abacate (escolhi o segundo) e também o queijo típico de lá e um pouco de salada.

Quesadillas
Quesadillas (esq.) provei de flor de calabaza e de huitlacoche. A segunda foi mais diferente pra mim, pedi sem saber o que era, comi sem saber muito bem, adorei, viciei e só quando voltei do México fui descobrir bem o que são os huitlacoches: fungos parasitas comestíveis que dão no milho. São bem feios, mas deliciosos! Ah, claro, e as quesadillas são as tortillas grelhadas com queijo. No caso da foto, além da flor de calabaza e do queijo, acompanhou um pouco de salada. No prato da direita, tem-se uma gordita de chicharrón, também tortillas, mas prensadas com o chicharrón.
Como disse anteriormente, compartilho aqui apenas um pouco do que o México oferece em termos de comida. Durante meu tempo lá, não provei somente o que listei acima, somado ao fato de que também só provei um pouquinho do México. Além disso, cada antojito rende um post por si só, cada item tem a sua história pra contar, e fica bem difícil resumir tudo, mas espero que essa introdução já os deixe com água na boca!


Aconteceu em 07/2015
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Publicado em terça-feira, setembro 22, 2015 por Tai Caldas

21 de set de 2015

[English version below]

Para um domingo ensolarado no Panamá, vale um passeio pelo Parque Omar. Esse parque fica localizado em San Francisco, em uma avenida de nome muito engraçado para os brasileiros: Via Porras. É possível chegar de taxi e de transporte público. O transporte público sai de diversos pontos da cidade e custa somente 0,25 centavos. O ponto de ônibus tem o mesmo nome que o parque.
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Publicado em segunda-feira, setembro 21, 2015 por Tai Caldas